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Os ETFs são um facilitador para a diversificação dos investimentos. Com esse produto financeiro, o investidor pode investir em um grupo de ativos, economizando com corretagem e taxas.
Um exemplo é o BOVA11. Esse ETF permite a aplicação na carteira do índice Bovespa, o que sairá mais barato do que comprar as ações que fazem parte dele e realizar os ajustes ao longo do tempo.
Neste conteúdo, explicamos o que você precisa saber para investir em ETFs e quais são os riscos. Continue a leitura!
Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento negociados no ambiente da bolsa de valores. Eles recebem um ticket — que é o código da bolsa — para facilitar a compra, venda e demais operações.
O primeiro ETF, o SPDR S&P 500 (SPY), foi lançado em 1993 pela State Street Global Advisors. Esse projeto possibilitou que a carteira de ações do índice S&P 500 se tornasse negociável na bolsa, como um único ativo.
No Brasil, os ETFs são tratados com frequência como sinônimo de “fundo de índice”. Isso ocorre pela característica de eles, quase sempre, refletirem preços e indicadores financeiros, como Ibovespa, Nasdaq100 e S&P 500.
O ETF é criado para ser negociado de maneira similar a uma ação na bolsa de valores. Na B3, por exemplo, as ações têm o final 03, 04 ou 11, conforme sejam ordinárias, preferenciais ou units. Já os ETFs carregam o final 11 no código.
Por exemplo, a Petrobrás é negociável pelo ticket “PETR3” e o Banco do Brasil pelo “BBAS3”. Por sua vez, a carteira do Ibovespa é acessível pelo “BOVA11”.
Embora sejam negociados similarmente às ações, os ETFs se caracterizam pela carteira de ativos. Tais carteiras podem ser elaboradas para seguir diferentes preços ou aplicar estratégias de investimento.
Um ETF de Bitcoin, por exemplo, representa uma carteira de ativos criada para refletir o preço da criptomoeda ao longo do tempo. A lógica é permitir a negociação de múltiplos ativos de uma única vez. Isso gera economia com taxas e corretagem.
Ao longo das décadas, foram desenvolvidos diferentes tipos de ETFs.
O ETF de gestão passiva é criado para representar fielmente um indicador do mercado. São eles que acompanham o preço do ouro, do S&P 500, do Ibovespa e assim por diante.
Já o fundo com gestão ativa tem um profissional que toma decisões para desenvolver uma estratégia de investimentos. Seu objetivo não é replicar um indicador, mas oferecer rentabilidade, proteção patrimonial, ganhos financeiros em cenário de crise etc.
O ETF de índice é o mais comum. Seu papel é replicar um indicador de mercado, que reflete o desempenho geral ou setorial do mercado.
Os ETFs de ações são compostos de empresas agrupadas em razão do setor, porte, estratégia de investimento, entre outros fatores. É uma solução para investir em blocos de ações.
Os fundos de commodities espelham preços de mercadorias básicas da economia que têm relevância no mercado financeiro. Ouro, soja e boi-gordo são exemplos.
O ETFs de renda fixa buscam indicadores ligados à negociação de títulos de crédito. Um exemplo é o Vanguard Total Bond Market (BND), que permite negociar um conjunto de títulos em dólar com classificação de baixo risco.
No Brasil, esses fundos se beneficiam principalmente de momentos de altas taxas de juros, definidas pelo Bacen.
O ETF de bitcoin permite seguir o preço da criptomoeda ao longo do tempo. Trata-se de um facilitador para quem deseja participar desse mercado, mas não sabe como manter uma carteira física ou digital de criptomoedas. Vale ressaltar que, no mercado de ETFs americanos, encontramos diversas outras opções. Existem, por exemplo, os fundos alavancados que geram resultados (prejuízo ou lucro) dobrados, triplicados, quadruplicados etc. Outro caso são os fundos inversos, que se valorizam na queda do índice ao qual fazem referência.
Existem prós e contras ao pensar em investir nos fundos negociados em bolsa de valores.
Os ETFs serão vantajosos para o investidor que busca diversificar os investimentos, simplificando a aplicação financeira em setores variados.
Os ETFs demandam alguns pontos de atenção.
Consórcio é uma modalidade de compra planejada, ideal para quem deseja adquirir bens ou serviços de maneira organizada e sem contrair dívidas com juros elevados.
Funciona como um grupo de pessoas que contribuem mensalmente para formar uma espécie de poupança coletiva. De tempos em tempos, um dos participantes é contemplado, por sorteio ou lance, com uma carta de crédito que pode ser utilizada para a aquisição de bens como imóveis, veículos ou até mesmo serviços específicos.
Ao optar pelo consórcio, você não paga juros, mas sim uma taxa de administração, que geralmente é menor que os custos de financiamentos tradicionais.
Além disso, seu dinheiro é preservado contra a inflação, já que o valor da carta de crédito acompanha os reajustes de mercado, garantindo seu poder de compra.
Os ETFs são uma boa alternativa para pessoas que já têm experiência com investimentos e desejam mais facilidade para aplicar em índices, moedas, mercadorias etc. Não se esqueça, contudo, que o mercado apresenta diferentes produtos, que também podem ser úteis para alcançar os seus objetivos — caso de um consórcio.
Para aprender mais sobre investimentos e educação financeira, confira o conteúdo "Planejamento financeiro" para organizar suas finanças!
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